Negociação ‘ganha-ganha’ não tem photoshop

 

 

Foto: Google Imagens

Ainda que você não seja um profissional da área comercial, e ainda que não se dê conta, negociar é algo muito presente no seu dia-a-dia. Afinal negociar é chegar a um acordo comum entre partes envolvidas e assim, benéfico às mesmas.

Quando uma negociação é saudável, ou seja, todas as partes envolvidas se beneficiam, ela gera uma relação sustentável e que promove a parceria entre as partes. No entanto, quando não há transparência e ética as relações não perduram e não cria-se uma parceria.

 

Leia no artigo abaixo, de Alfredo Duarte para o Blog do Management, a importância de se estabelecer parcerias e negociações ‘sem photoshop’ para acelerar o crescimento da sua empresa.

Dependendo da finalidade, o photoshop e outras ferramentas similares tem o poder de transformar a imagem e criar percepções favoráveis. Quando os magos dessa arte não exageram no efeito, o resultado agradece. O bom vira ótimo e um não é inimigo do outro.

Mas há contextos onde embelezar artificialmente mais atrapalha do que ajuda e soluções cosméticas têm alta probabilidade de virar o feitiço contra o feiticeiro. É o caso das situações típicas de interação e influência: atendimento, liderança, negociação e venda.

Nessas relações de interdependência, confiança é o fator crítico. O que vale mesmo é a transparência, a autenticidade, a intenção e a capacidade de convergir.

Negócios são business, como dizem os pragmáticos, mas isso não elimina a parceria nem a co-criação. Ao contrário, uma e outra são posturas, estratégias e comportamentos que agregam valor ao negócio atual, validam as relações, criam novas oportunidades e viabilizam soluções até então consideradas como pouco prováveis. Já viu acontecer?

Negociações ganha-ganha são processos para criar acordos e estes se alimentam de expectativas, sonhos e confiança. Expectativas e sonhos são elásticos, podem variar, mas confiança não aceita photoshop. Basta uma leve impressão desfavorável sobre o interlocutor e suas intenções e a zona de negociação, o espaço vital onde os negócios são viabilizados, começa a se estreitar.

Se essa impressão de desconfiança se consolida, a negociação acaba. O processo pode continuar ainda com esse nome, mas é outro jogo e serão outras regras, outras intenções, outras estratégias, outros resultados.

O contraponto da negociação ganha-ganha é o confronto, o conflito, a vantagem obtida sem contabilizar o custo futuro. O modo ganha-perde de negociar, ainda tão presente e infelizmente admirado nos ambientes e culturas autoritárias, adota e explora a força e as nuances do poder de posição.

O manda quem pode que alimenta e sustenta esse lobo às vezes mostra os dentes, mas em outros momentos pode optar pela maquiagem. É interação, é influência, mas não é propriamente negociação. Olhando bem, dá para ver que tem fotoshop.

Fonte: Blog do Management – por Alfredo Duarte

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